Pastor não é "profissão" é VOCAÇÃO!
“Para que o mal triunfe basta que os bons fiquem de braços cruzados”. (Edmund Burke)
Nossas ações são os resultados diretos de nossos pensamentos. O
problema de muitas pessoas é que seus pensamentos estão enraizados em
influências ativistas e malignas; e, não em informações corretas da
verdade.
O mestre em deturpar essa verdade é Satanás e ele não tem limites para isso. Usa inclusive jornalista.
Pois é… João Batista Jr. foi descortês, tosco e incivil ao opinar de
forma preconceituosa, tendenciosa e discriminatória sobre uma questão
religiosa totalmente distante da sua própria realidade. Cometeu uma
grande parvoice.
Falo da reportagem publicada pela revista Veja São Paulo e assinada
pelo novel jornalista correspondente João Batista Jr., sob o titulo:
“Silas Malafaia: o caçador de pastores”. Por maldade congênita, o novel
jornalista, participou da quarta edição da Escola de Líderes da
Associação Vitória em Cristo (ESLAVEC) e saiu cheio de opinião
tendenciosa, preconceituosa e discriminatória sobre o exercício do
ministério pastoral, que chamou — demonstrando sua nítida intenção de
tentar macular a imagem do pastor Silas Malafaia — de “curso de formação
de mão de obra evangélica”.
Conheço o Pastor Silas Malafaia há mais de vinte anos. Tenho a honra de
ser um de seus vice presidente do COMERJ (Conselho de Ministros
Evangélicos do Estado do Rio de Janeiro). É um esposo e pai de família
exemplar (casado há mais de trinta anos com a mesma esposa, pastora
Elizete Malafaia), ministro do Evangelho, psicólogo, homem honrado, que
sabe honrar e respeitar os amigos, árduo e intransigente defensor da
liberdade de expressão, de pensamento, de culto e da crença. Pastor de
ovelhas, um apaixonado evangelista pregando diariamente uma mensagem
eminentemente Cristocêntrica, levando muitos milhares de almas a Jesus
Cristo através das Grandes Cruzadas Evangelisticas realizadas em todo o
Brasil e no exterior. Homem de mídia, especialmente a televisão, onde há
mais de trinta anos mantém diariamente um programa de televisão
evangélico (programa Vitória em Cristo). Quem convive com Pastor Silas
Malafaia sabe que ele é avesso a mentiras, rótulos e hipocrisia; mas, ao
mesmo tempo, trata-se de um homem cordial e
humilde, apesar de conhecer a sua posição no reino de Deus e não abrir
mão dela por nada. Por isso, de forma absolutamente voluntária, fiz
questão de me manifestar. A omissão, em horas como esta, é, no mínimo,
aviltante. Minha consciência não me permite ficar calado e inerte, ao
perceber que, nitidamente, o novel jornalista João Batista Jr. tenta
desconstruir a imagem da igreja evangélica no Brasil, atacando voraz e
frontalmente um de seu digno representante.
Quero ressaltar, de forma clara e inequívoca, que conheço e sou
assinante da Revista Veja. Trata-se de um órgão da imprensa escrita da
mais alta credibilidade, com serviços prestados a nação brasileira da
mais alta relevância. E que tem tratado as organizações e crenças
religiosas de maneira imparcial, respeitando a laicidade do Estado
brasileiro. Pessoalmente, destaco o excelente jornalista Reinaldo
Azevedo, a quem presto solidariedade e respeito, assim como Lauro
Jardim, dentre outros renomados jornalistas da Veja Nacional.
Tenho inclusive a impressão que, até mesmo os editores desta
conceituada revista ficaram pasmos diante da postura tendenciosa e
afobada de seu novel jornalista correspondente. Isto não condiz com a
maneira isenta com que estas questões tem sido tratadas pela revista
Veja, em relação a comunidade religiosa cristã.
Evidencio isto, porque a pouquíssimo tempo (ano passado), o Pastor
Silas Malafaia, foi destacado pela revista Veja Nacional, com uma
importante e densa entrevista concedida nas “folhas amarelas”, em âmbito
nacional, momento em que foi questionado sobre diversos temas
nacionais, inclusive sobre os projetos de lei que atualmente estão
tramitando na Camara dos Deputados e no Senado Federal, que contrariam
os princípios da livre manifestação do pensamento e da expressão, da
crença religiosa e do principio da laicidade no Brasil, tais como o PLC
122 e a reforma do Código Penal Brasileiro.
O Pastor Silas Malafaia tem sido um incansável combatente em defesa da
liberdade de culto e da livre manifestação da expressão e do pensamento.
Por isto, tem sofrido terríveis e ferrenhos ataques nas audiências
publicas em que tem participado como convidado a proferir palestras,
sendo sempre tratado de maneira desrespeitosa, jocosa, imoral,
discriminatória e preconceituosa pelos ativistas gays e por alguns
setores da imprensa brasileira simpatizantes da causa.
O novel jornalista tratou tão bem ao Padre Marcelo Rossi quando deu
cobertura a inauguração de seu majestoso Templo. Por que ser tão
preconceituoso, discriminatório e difamador para tratar os mais de
quatro mil participantes da gloriosa ESLAVEC?
A questão, obviamente, não está em abordar um assunto religioso, mas
pela forma como atuou no levantamento de informações. O novel jornalista
João Batista Jr. queria mesmo tratar nossa fé cristã como “uma carreira
de mercado: promissora e acessível para qualquer pessoa”.
Considerando o histórico dos ativistas em tentar abordar de forma
parcial assuntos que não domina, não me surpreendeu os chavões e as
frases com a intenção dúbia na abordagem do novel jornalista.
Se o novel jornalista tinha o real interesse em participar da gloriosa
ESLAVEC, pergunto: De que igreja evangélica ele é membro? Qual
ministério ele pertence? O que ele sabe sobre consagração, separação e
ordenação ministerial? A resposta é, por si, um despropósito. Por obvio e
conseguinte, afirmo que o novel jornalista escolheu o pior dos caminhos
na busca de sua sanha em tentar desconstruir a imagem da gloriosa
ESLAVEC e de seu fundador, idealizador e líder, Pastor Silas Malafaia.
O novel jornalista preferiu o anonimato. Mais ainda: de maneira
mentirosa e ardil, se inscreveu como sendo um líder evangélico. Qual a
razão deste jornalista em usar deste artificio? Queria a busca da
verdade real? Estaria a participar de apuração de algum fato delituoso,
ilícito e/ou criminoso, que exigiria este artificio?. Por que não se
apresentou à direção do evento, requerendo seu credenciamento como
jornalista da revista Veja?. Não tenho duvidas que receberia seu
credenciamento, assim como outros órgãos da imprensa escrita, falada e
televisionada pediram e foram prontamente e respeitosamente atendidos.
Por que usar deste artificio a margem da ética jornalística minimamente
plausível?
Pois é… Tudo o mais constante, João Batista Jr. foi com a sórdida e má
intenção a ESLAVEC e o desconhecimento do assunto religioso confundiu a
sua intenção. O que costuma acontecer em casos como esses? A experiência
demonstra que suas criticas visaram tão apenas em tentar macular o
portentoso evento promovida pela Associação Vitória em Cristo, presidido
pelo pastor Silas Malafaia.
A gloriosa ESLAVEC é uma Escola de Treinamento e Reciclagem para
Líderes… Então quem participa? Líderes. Mas o que são líderes? Apenas os
pastores presidentes de igrejas evangélicas? Somente os pastores
dirigentes de congregações? Definitivamente, não.
A liderança evangélica compreende também os lideres coordenadores dos
diversos departamentos que compõem as igrejas evangélicas, não somente
da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, mas também e inclusive das
diversas denominações ali presentes.
São os líderes dos departamentos da mocidade, do louvor, dos
adolescentes, do departamento infantil, dos esplendorosos círculos de
oração, dos professores da escola dominical, dos mestres das classes de
novos convertidos, do departamento musical, dos departamentos
missionários, dos ministérios de evangelização em massa, evangelização
pessoal ou em ar livre, dos capelães hospitalares e, até mesmo do pai e
mãe de família tradicional evangélica, pois a igreja começa nas nossas
casas.
O Pastor Silas Malafaia é o único líder evangélico, que tenho
conhecimento, no Brasil, que atualmente idealiza e promove este tipo de
seminário e/ou escola de ministério, com esta visão e abrangência. Antes
dele, apenas o Reverendo Billy Graham e o Rev. David Wilkerson, dos
EUA, promoveram algo semelhante em décadas passadas.
A intenção precípua da gloriosa ESLAVEC é colaborar com as diversas
denominações evangélicas brasileiras na reciclagem ministerial de seus
obreiros.
Jamais o Pastor Silas Malafaia teve a intenção de angariar obreiros
destas denominações para somar no projeto da igreja onde preside, a
Assembleía de Deus da Penha, hoje conhecida como ADVEC. Esta igreja, com
mais de setenta anos de história de dignidade, decoro, exemplo e visão
missionaria, já foi presidida por grandes e renomados homens de Deus, e,
que durante, mais de quarenta anos foi pastoreada pelo meu inesquecível
amigo e conselheiro Pastor José dos Santos, de saudosa memória. Após
sua promoção ao Céu, o Pastor Silas Malafaia foi eleito por unanimidade
pelos membros da ADVEC, como seu novo pastor presidente.
A gloriosa ESLAVEC, recebeu como inscritos regularmente grandes líderes
presidentes de outras denominacões evangélicas, das quais cito alguns:
1) Pastor Jabes de Alencar, pastor presidente da Assembleia de Deus do
Bom Retiro e do Conselho de Pastores de São Paulo; 2) Josué Gomes,
pastor presidente da Igreja Ministério Plenitude; 3) Marco Gregório,
pastor presidente da igreja Ministério Apascentar; 4) Jorge Linhares,
pastor presidente da igreja Batista Getsêmani e atual presidente do
CIMEB (Conselho Interdenominacional dos Ministros Evangélicos do
Brasil); 5) Marco Antonio Peixoto, pastor presidente da Comunidade
Internacional da Zona Sul; 6) Samuel Câmara, pastor presidente da Igreja
Mãe das Assembleias de Deus no Brasil em Belém, Pará; 7) Estevão
Fernandes, pastor presidente da Primeira Igreja Batista de João Pessoa –
Paraíba; 8) João Brito, pastor presidente da Igreja Batista de Vitória –
Espirito Santo; 9) Flamarion Rolando, Pastor presidente da Primeira
Igreja do Evangelho Quadrangular em Governador Valad
ares, Minas Gerais; 10) Maycon Abud, pastor presidente Igreja Embaixada do Reino, em Balneário Camboriú, Santa Catarina.
Estes são apenas alguns dos líderes evangélicos que participaram e
participam ativamente da gloriosa ESLAVEC promovida pela Associação
Vitória em Cristo, presidida pelo seu fundador pastor Silas Malafaia.
Com certeza, se o novel jornalista tivesse realmente a honrosa intenção
de promover uma matéria isenta na busca da verdade real, jamais se
esqueceria de, ao menos, citar alguns destes eminentes homens de Deus.
A VERDADE É QUE A SUA PAUTA JORNALÍSTICA JÁ ESTAVA PREVIAMENTE
ACORDADA: VISAVA TÃO APENAS TENTAR DESCONSTRUIR A IMAGEM ESLAVEC E DO
PASTOR SILAS MALAFAIA.
Faço aqui uma nota, à margem, antes que continue: O Pastor Silas
Malafaia, através da Associacao Vitória em Cristo, investiu cerca de R$ 4
milhões para promover a gloriosa ESLAVEC, jamais pensando de maneira
exclusivista em formar apenas líderes para sua igreja e ministério.
Na verdade, em temos proporcionais, o número de participantes membros
da Assembleia de Deus Vitória em Cristo foi insignificante comparado ao
de todas as outras denominações evangélicas.
Além disso, este evento jamais foi patrocinado pela Assembleía de Deus
Vitória em Cristo, pois isto simplesmente seria inexeqüível, mas pela
Associação Vitória em Cristo, entidade para-eclesiástica, sabiamente
presidida pelo Pastor Silas Malafaia a mais de trinta anos, e, que tem
milhares de colaboradores, das mais diversas denominações evangélicas, e
até mesmo não evangélicos, que apreciam, respeitam e se solidarizam com
os propósitos desta conceituada entidade eclesiástica, que tem prestado
relevantes serviços a nação brasileira na area social e evangelística,
dentre outras.
Foram milhares de obreiros evangélicos que participam deste evento sem precisar fazer qualquer investimento financeiro.
Intuo que o repórter não quis investigar estas questões, por pura
malvadeza. Já tinha montado uma pauta em sua mente — buscar desconstruir
a imagem do glorioso evento e de seu principal líder e idealizador,
pastor Silas Malafaia.
Atenção, meus caros! Não vou aqui debater como é a formação de líderes
em igrejas neopentecostais, mas definitivamente o novel jornalista João
Batista Jr. foi o homem errado no lugar errado.
A ESLAVEC não é a primeira nem a última escola visando a reciclagem de
líderes evangélicos. A grande maioria das igrejas promovem estas escolas
em suas denominações, dentro de suas particularidades. O objetivo não é
qualificar “mão de obra”, mas ajudar a capacitar as pessoas a lidar com
conquista de almas para Jesus Cristo.
Isso não significa que todos são ou serão pastores. Na verdade, tomando
por exemplo, as Assembleias de Deus, da qual participo desde meu
nascimento, tem vários cargos eclesiásticos, cada um com sua função e
area distinta de atuação, e, diga-se de passagem, todos os pastores, via
de regra, devem passar por cada cargo e ministério eclesiástico até
chegar ao almejado pastorado. Partindo de auxiliar, cooperador, diácono,
presbítero, evangelista, até o tão glorioso cargo de pastor.
É imperioso afirmar, a esta altura, de maneira categórica, que a
gloriosa ESLAVEC jamais pretendeu nem pretende substituir os cursos de
formação teológica, exigidos para a ordenação de ministros em igrejas
sérias, como a Assembleia de Deus Vitória em Cristo. Aliás, o Pastor
Silas Malafaia foi professor de diversas matérias teológicas no IBP
(Instituto Bíblico Pentecostal), um dos mais antigos e respeitados
Seminário Maior de ensino teológico no Brasil.
Pois é… João Batista Jr. escreve sobre os evangélicos como se conhecesse e frequentasse uma igreja cristã no seu dia a dia.
Na verdade, o novel jornalista parlapatou cheio de opinião sobre um
tema que não lhe diz respeito e que, de maneira amadorística, demonstrou
total desconhecimento. Enganou-se ao supor que ministério pastoral é
emprego acessível a qualquer público.
Um verdadeiro pastor jamais exerce sua chamada ministerial visando
amealhar os lucros ou prejuízos financeiros, mas seu enfoque e ênfase
busca alcançar a maior quantidade de almas, de vidas transformadas pelo
poder regenerador e transformador da Palavra de Deus, — isso o novel
jornalista João Batista Jr. só vai entender quando se arrepender e se
converter ao genuíno Evangelho de Jesus Cristo.
Com sua atitude de anonimato, parece que estava indo a um evento
ilegal, imoral ou criminoso. Normalmente o repórter usa este artificio
de se ocultar, para não ser identificado com medo de represálias… Com
esta impensada atitude tentou passar esta ideia.
Mas o que o novel jornalista presenciou foram pessoas simples,
amorosas, honradas, que não bebem álcool nem fumam drogas, com a Bíblia
na mão, cheios do Espírito Santo, cantando, testemunhando,
compartilhando sua comunhão e conversão a Jesus Cristo.
Os R$ 700,00, o novel jornalista João Batista Jr. pagou porque quis.
Por ventura assinou alguma ficha afirmando que ia a um curso teológico?
Recebeu algum diploma ao final do curso atestando que estava graduado e
preparado a pretender algum cargo ministerial em alguma igreja
evangélica? Ora, senhores leitores, se haviam pastores presidentes de
grandes denominações evangélicas, entre os participantes da gloriosa
ESLAVEC, logo, então, é crivel, lógico e evidente que aquele não era um
curso de formação de pastores. Entendem o meu ponto de vista?
Por inabilidade e falta de acuidade jornalística, infelizmente, o novel
jornalista João Batista Jr. se esmerou tanto em promover a
desvalorização da ESLAVEC e de seu idealizador, pastor Silas Malafaia,
que confundiu tudo.
A Associação Vitória em Cristo é quem promove a ESLAVEC, gratuitamente
para diversas denominações. A igreja Assembleia de Deus Vitória em
Cristo, presidida pelo pastor Silas Malafaia, é apenas mais uma
participante.
Enquanto o pastor Silas Malafaia preside a igreja a cerca de 3 anos,
quando foi eleito por unanimidade pela assembleia geral da mesma; também
é o fundador, idealizador e presidente da Associação Vitória em Cristo
há mais 30 anos. Uma é totalmente distinta da outra.
Não obstante o vexame, João Batista Jr. demonstrou em sua narrativa um
forte preconceito e discriminação contra os mais de quatro mil
participantes da gloriosa ESLAVEC, com a nítida intenção de
ridicularizar os evangélicos.
Afirmar categoricamente que os participantes da ESLAVEC estavam
interessados apenas em transformar a vocação em um trabalho remunerado?
De onde ele tirou estas falácias? Por que fez questão de mencionar a
“calça tergal”? Qual a intenção em dizer que uma participante “bufava”
por conta dos mosquitos? Só há uma resposta: tentar desconstruir a
imagem dos participantes. Gente honrada, sérias no seu viver, pais
honrados, cristãos sinceros a busca de uma maior comunhão com Deus e
aprofundamento no estudo da Bíblia Sagrada, livro guia e regra de fé e
prática do verdadeiro cristão.
O jornalista João Batista Jr., a meu ver, estava na ESLAVEC a serviço
de um ativismo. Basta ler suas declarações e filtrar suas intenções.
Outro fato: Qual evento, seja secular ou evangélico, de grande porte,
que não apresentará stands com diversos materiais para exposição e
venda? O que quis dizer com “adultério e prática homossexual” serem
práticas imperdoáveis? Jamais, em momento algum, este assunto foi
tratado na ESLAVEC.
Fique tranquilo, novel jornalista ativista: este assunto estamos
tratando no foro competente: as audiências públicas nas Casas de Leis em
Brasília. Não iremos esmorecer. Matérias tendenciosas, preconceituosas e
discriminatórias como esta, só estimulam ainda mais nossa caminhada
rumo a enterrar estes malfadados e malvados projetos de Lei que tentam
instituir o delito de opinião e a cristofobia. O preconceito religioso é
o mais vil dos preconceitos. Atitudes discriminatórias serão
prontamente respondidas nos foros competentes.
Outro fato: Qual foi sua real intenção ao comparar, de maneira jocosa, a
altura (estatura física) do nobre pastor americano T.D. Jakes, da
Potter’s House, de Dallas (um incontestável grande líder eclesiástico
dos EUA, e pastor sênior de uma das maiores igrejas evangélicas dos
Estados Unidos), com a do tradutor, pastor Gidalti de Alencar, um dos
maiores intérpretes que este Brasil tem? A intenção era uma só: tentar
desconstruir e desmerecer a imagem dos evangélicos.
Ora, ficou evidente a maldade e a cristofobia na matéria tendenciosa,
preconceituosa e discriminatória assinada pelo novel jornalista
correspondente da Veja São Paulo, ao concluir destacando a preocupação
com o crescimento da igreja. Se não tem como frear o crescimento dos
evangélicos, então tem de tentar desconstruir a imagem dos evangélicos.
O novel jornalista definitivamente fez uma salada venenosa ao concluir
colocando todos, neopentecostais e igrejas tradicionais, em um mesmo
balaio. A intenção é, — já disse — desconstruir a imagem dos
evangélicos.
Por derradeiro, proponho e peço, humildemente, aos nobres colegas
obreiros desta nação evangélica brasileira, e também, pastores
presidentes de outras denominações evangélicas, homens sérios e
íntegros, que demonstrem através de pronunciamentos, nosso inconformismo
com atitudes preconceituosas e discriminatórias contra a igreja
evangélica no Brasil.
Não esqueçamos do magistério de Agostinho: “Nas coisas essenciais,
UNIDADE. Nas coisas não essenciais, LIBERDADE. Em todas as coisas,
CARIDADE”.
“As pessoas nos dão o tratamento que nós autorizamos”. Por isso, de
maneira veemente, rechaço totalmente a inverossímil, maldosa, maligna,
tendenciosa, preconceituosa e discriminatória matéria jornalística.
“Tratai todos com honra, amai os irmãos, temei a Deus, honrai o rei” (1 Pe 2.13-17).
Tenho dito,
Pr. Abner Ferreira ( Presidente da Convenção Estadual das Assembleias de Deus de Madureira no Estado do Rio de Janeiro).

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